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A Palavra do Frei Petrônio

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terça-feira, 14 de junho de 2016

ELEIÇÕES-2016: Corruptos e Pecado.

O Profeta Eliseu e a tradição do Carmelo

Na Bíblia
O ciclo de Eliseu (2Rs 2-9.13,1-10) está ligado com o de Elias. A vocação de Eliseu está colocada após a teofania do Horeb (1Rs 19,16-21). Segundo a ordem divina, ele é aquele que deve suceder ao Tesbita. Por isso torna-se seu servidor e discípulo (2Rs 2,1-18). Pelo fato de acompanhar e ser testemunha do rapto de Elias, Eliseu herda o duplo espírito do Tesbita (2Rs 2,1-18).  O carro e os cavalos que raptaram Elias constituem a escolta invisível de Eliseu (2Rs 6,17). Numerosos milagres e prodígios exaltam “o homem de Deus”, o taumaturgo a serviço dos pobres e que intervém na política. Morto, o seu cadáver ressuscita um morto (2Rs 13,20-21).  No livro do Eclesiástico, o seu elogio segue o do seu mestre (Eclo 48,12-14) e recorda o dom do espírito de Elias que recebeu durante o rapto. Entre as suas obras maravilhosas é indicada a ressurreição de um morto após a sua morte. A cura de Naamã, o Sírio, é recordada no Evangelho (Lc 4,27), também depois de recordar Elias.
Por duas vezes a Bíblia menciona a estada de Eliseu no Monte Carmelo: para lá ele se retira após o episódio dos meninos devorados pelos ursos (2Rs 2,25) e ali a sunamita vai encontrá-lo para suplicar-lhe que devolva a vida ao seu filho (2Rs 4,25). Uma gruta com dois patamares era considerada como a “casa de Eliseu”, aquela onde ele recebeu a visita da sunamita. Ali foi construída uma laura (cenóbio) bizantina conhecida como Mosteiro de S. Eliseu.

Nascimento de Eliseu
O provincial carmelita da Catalunha, Felipe Ribot ( 1392), recorda o prodígio que acompanhou o nascimento de Eliseu, assim como foi contado por Isidoro de Sevilha e Pedro Comestor: “ao nascimento de Eliseu um dos novilhos de ouro adorados pelos filhos de Israel mugiu atravessando o jardim de Eliseu. Um sacerdote do Senhor o escutou em Jerusalém e, inspirado por Deus, proclamou: ‘nasceu em Israel um profeta que destruirá todos os ídolos esculpidos e fundidos”. Só João de Hornby, carmelita inglês do século XIV, indica que Eliseu era descendente de Arão, como Elias, enquanto que a Vitae Prophetarum e Isidoro mencionam “a tribo de Rubem”.

Eliseu, figura de Cristo
Como Elias, Eliseu é apresentado pelos Padres da Igreja como figura de Cristo enquanto taumaturgo. Já Orígenes chamava Cristo “o Eliseu espiritual que purifica no mistério batismal os homens cobertos pela sujeira da lepra” (Hom. sobre Lucas 33,5). Eliseu estendendo-se sobre o menino anuncia a Encarnação de Cristo que se faz pequeno para salvar-nos. O vaso novo lançado com sal na água (episódio amplamente desenvolvido pelos Padres Latinos), o sal que purifica as águas, o machado recuperado, são figuras de Cristo. Multiplicando os pães de cevada para cem pessoas, iluminando os olhos do seu servo e cegando os de seus inimigos, curando Naamã com o banho no rio Jordão, Eliseu é ainda figura do Messias. A ressurreição de um morto ao contato com os seus ossos prefigura da descida de Cristo aos infernos para dar vida aos mortos. No sermão 128 de Cesário, a viúva libertada da sua indigência, graças ao milagre operado por Eliseu, prefigura a Igreja libertada do pecado à vinda do Salvador; a sunamita estéril, que concebe pela oração de Eliseu, é também figura da Igreja estéril antes da vinda de Cristo. Igualmente o carmelita João Baconthorp ( 1348) faz o paralelo entre os milagres de Elias e de Eliseu com os de Jesus (Speculum 2).

Eliseu, modelo do monge
Numerosos Padres da Igreja atestam a virgindade de Eliseu seguindo a de Elias. Para São Jerônimo “na Lei antiga, a fecundidade era objeto de bênção. Mas pouco a pouco entretanto, na medida em que a messe se torna mais abundante, foi enviado um ceifador: Elias que foi virgem. Eliseu também o foi, como do mesmo modo os filhos dos profetas” (Ep. 22). Os carmelitas medievais reproduziram estas linhas insistindo sobre o fato que Elias e Eliseu foram os primeiros a consagrarem-se a Deus na virgindade. Pe. Daniel da Virgem ( 1678) explica que o celibato honra e imita por antecipação a Virgem Maria: “Eliseu conheceu antecipadamente e imitou a pureza da Virgem Mãe de Deus” (Vida de Santo Eliseu, pref.).
A oração tem um papel primordial na vida de Eliseu: é a fonte dos milagres que o Senhor faz através dele. No texto bíblico, isto é expresso explicitamente através da ressurreição do filho da sunamita, por isto o Senhor abre os olhos do seu servo para cegar os arameus. Os Padres da Igreja acentuam ainda mais o papel da oração: ele obtém um filho para a sunamita, faz submergir o machado caído na água do rio Jordão. Assim através de Eliseu os carmelitas fazem jorrar o seu apostolado pelo colóquio com Deus.
A renúncia inicial de Eliseu, que sacrifica os bois e o arado antes de seguir Elias, é um exemplo de exortação para se afastar das preocupações mundanas (Jerônimo, Ep. 71,3). A recusa dos presentes de Naamã fornece aos Padres um belo exemplo de afastamento dos bens. Para Cassiano, Eliseu é um dos fundadores do monaquismo e, de modo especial, um mestre da pobreza (Inst. 7, 14,2).
Amona (século IV), discípulo de Antonio o Grande, canta todos aqueles que obedeceram aos seus pais, cumprindo a sua vontade com a obediência perfeita em tudo. Eliseu é um dele (Ep. 18). Isaías de Scete ( 491) exorta à obediência com o exemplo de Eliseu (Asceticon 7). A homilia bizantina mais freqüentemente indicada para a festa de Santo Elias é um comentário sobre o Profeta Elias, o Tesbita, atribuída a São João Damasceno, sem dúvida provém do ambiente monástico. A menção de Eliseu põe em relevo a sua ligação total a Elias: “Tendo deixado tudo, casa, campos, bois, ele o segue, servindo-lhe em tudo e totalmente ligado à sua pessoa. Elias, que viveu dali em diante com Eliseu a quem havia também consagrado profeta segundo um oráculo divino, estava dia após dias reunido com ele sob o mesmo teto, compartilhando o mesmo estilo de vida, absolutamente inseparáveis”.
Atanásio de Alexandria, na vida de Antão, mostra que Eliseu via Giezi distante e as forças que o protegiam porque o seu coração era puro, escopo de toda ascensão monástica. João Baconthorp considera em Eliseu o carmelita aplicado à contemplação que “vê” Deus, destinado a trazer no seu coração a chama ardente e irradiante e a palavra de vida, como Maria, e a imitação de Elias e de Eliseu que viveram a vida contemplativa no Carmelo (Laus 2,2). Pe. Daniel da Virgem na sua Vida do Santo Profeta Eliseu reassume os papéis respectivos de Elias e de Eliseu: “Inaugurando a vida religiosa, monástica e eremita, Elias a plantou, Eliseu depois a irriga e grandemente a divulga”.

Eliseu, discípulo de Elias
Nas Antiguidades Judaicas de Flávio Josefo e em numerosos escritos patrísticos seja do Oriente como do Ocidente, Eliseu está constantemente presente como discípulo de Elias, seu filho espiritual, seu herdeiro. Jacques de Saroug (449-521), autor de sete discursos em métrica que representam longamente a figura de Eliseu e a sua mensagem, utiliza diversos epítetos. Igualmente Máximo de Torino ( 408/423), de quem duas homilias se referem a Eliseu: “Porque se admirar que os anjos, que levaram o mestre, levam o discípulo (...)? De fato ele mesmo é o filho espiritual de Elias, herdeiro da sua santidade” (Sermão 84). Os Diálogos do Papa Gregório Magno muitas fazem eco às façanhas de Eliseu. Se a “rubrica prima” das Constituições de 1289 se contenta de justapor Elias e Eliseu, João de Cheminot, depois João de Venette especificam que Eliseu é “discípulo” de Elias. Porém as Constituições de 1357 foram assim modificadas: “A partir do Profeta Elias e de Eliseu, seu discípulo”.

Eliseu, o discípulo por excelência
Eliseu não é discípulo de Elias somente. Seguindo a tradição hebraica que se encontra nas Vitae prophetarum, na introdução de São Jerônimo em seu Comentário ao livro de Jonas e algum outro escrito patrístico, Jonas seria o filho da viúva de Sarepta, ressuscitado pelo profeta e que se tornou discípulo de Elias: “Jonas, depois da sua morte, foi ressuscitado pelo profeta Elias: o seguiu, sofreu com ele e, por sua obediência ao profeta, mereceu receber do dom da profecia” (Sinassário árabe jacobita de 22 de setembro). João Baconthorp conhecia esta tradição que provém de São Jerônimo. João de Cheminot, seguindo Felipe Ribot, indica como primeiro discípulo o servo que Elias deixou em Bersabéia, quando fugia de Jesabel (1Rs 19, 3). Este servo é aquele que Elias enviou ao cume do Monte Carmelo para observar a chegada da chuva (1Rs 18, 43).
Segundo as Vitae prophetarum, Abdias, o intendente de Acab que escondeu os cem profetas em grupos de cinqüenta, enviado por Acazias, (1Rs 18, 3-4) tornou-se discípulo de Elias. Teodoro Bar-Koni, autor nestoriano do século VIII, especifica que ele recebeu o dom da profecia após ter seguido Elias. Os carmelitas medievais enumeram Abdias entre os grandes discípulos de Elias.
Felipe Ribot é o único carmelita do século XIV a mencionar o profeta Miquéias como discípulo de Elias.
Para Cheminot e Ribot, Eliseu ocupa o primeiro lugar no grupo dos discípulos do Profeta Elias.

O duplo espírito de Elias
Eliseu é o sucessor de Elias que recebeu o seu duplo espírito, quando viu seu rapto (2Rs 2, 9-13). De acordo com uma tradição hebraica, Eliseu realizou 16 milagres, enquanto que Elias havia feito 8. A partir do século XII, Ruperto de Deutz fez o mesmo cálculo (A Vitória do Verbo de Deus).  Para São Jerônimo, o duplo espírito se manifesta com os milagres maiores. Para Felipe Ribot, o duplo espírito é o dom da profecia que consente prever o futuro e o dom dos milagres: «Eis porque lhe dá a direção do magistério espiritual de todos os religiosos que tinha instituído. Como sinal disto, ele deu a Eliseu o seu hábito como sinal distintivo do seu instituto, deixando-lhe o seu manto, quando foi levado ao céu» (nº 149). A partir do século XVI, outros – como Pedro da Mãe de Deus, carmelita descalço holandês – vêem no duplo espírito o espírito da contemplação e da ação: «Os discípulos do Carmelo (...) estão obrigados por vocação a pedir sempre a Deus o duplo espírito de Elias (...), isto é, o espírito de oração e de ação, o verdadeiro espírito do Carmelo» (As Flores do Carmelo).
Santa Teresa de Ávila evoca juntos Elias e Eliseu numa poesia: «Seguindo o Pai Elias, nós combatemos a nós mesmas, com a sua coragem e o seu zelo, ó Monjas do Carmelo. Após ter renunciado a nosso prazer, busquemos o forte Espírito de Eliseu, ó Monjas do Carmelo» (Caminho para o céu). Notemos que na sua correspondência ou nas Relações, Santa Teresa designa frequentemente com o nome de Eliseu o seu caro filho, Pe. Jerônimo Gracián.
Em Lisieux, Santa Teresa do Menino Jesus, que morava na cela Santo Eliseu do dormitório Santo Elias, muito naturalmente alude ao duplo do espírito: «Recordando-me da oração de Eliseu ao seu pai Elias, quando ele ousou pedir-lhe o dobro do seu espírito, me apresentei diante dos Anjos e dos santos, e lhe disse (...) ouso pedir-lhes que me concedam o dobro do vosso amor» (Ms B 4r).

Prior dos filhos dos profetas
O apologista São Justino se refere ao episódio do ferro do machado caído na água que Eliseu fez boiar com um pedaço de madeira (2Rs 6, 1-7). Onde o texto bíblico diz simplesmente que os filhos dos profetas queriam construir um lugar de moradia, Justino precisa que estes estavam cortando a madeira destinada pra construir «a casa para aqueles que queriam repetir e meditar a lei e os preceitos de Deus» (Diálogo com Trifão, 86). Esta paráfrase se tornará no século XIII o coração da Regra dos carmelitas que se consideram os sucessores dos filhos dos profetas para «meditar dia e noite na lei do Senhor».
Gerado à vida pelo Espírito de Elias, Eliseu pode por sua vez gerar filhos, chamados na Bíblia de «filhos dos profetas». Teodoreto de Ciro apresenta Eliseu à testa do «coro» dos profetas que o consideravam como «prior» deles (Quaest 4 Re 6, 19).
Felipe Ribot mostra como Eliseu é reconhecido «pai» dos filhos dos profetas: «Vendo Eliseu revestido do hábito de Elias, reconheciam que estava repleto do espírito de Elias e o receberam imediatamente como pai deles e mestre no lugar de Elias» (nº 149). Ele ensina aos filhos dos profetas, dá a eles ordens, organiza a comunidade religiosa instituída por Elias. Igualmente para João Soreth, após a ascensão de Elias, os filhos dos profetas «o veneraram, como superior deles, porque substituía Elias no governo dos eremitas».

Os caçoadores de Eliseu
Segundo a Haggadah, os caçoadores de Eliseu não são meninos, mas adultos que se comportam como meninos tolos. O número de pessoas devoradas pelos dois ursos corresponde então aos 42 sacrifícios ofertados por Balac (Nm 23). Os Padres Latinos não se referiram a esta tradição e dão uma interpretação anti-hebraica: Vespasiano e Tito – os dois ursos – aniquilaram Jerusalém 42 anos após a Paixão de Cristo, escarnecido pelos hebreus. Por outro lado o grito «sobe, careca» é um insulto a Elias para transformar em chacota o seu rapto. João Baconthorp pensa nos detratores da Ordem: Eliseu ensina o respeito devido à antiguidade da Ordem como para cada forma de velhice (Laus 2, 1).

A sepultura de Eliseu
Um tradição hebraica tardia, bem atestada na Patrística (Jerônimo, Egéria, Anônimo de Piacenza, Isidoro de Sevilha, Beda o Venerável), localiza a tumba de Eliseu em Sebaste na Samaria, com as tumbas de Abdias e de João Batista. Os carmelitas da Idade Média (João de Cheminot, Speculum 1; João de Hildesheim, Diálogo) conheciam esta tradição. A sepultura de Eliseu foi violada por Juliano o Apóstata no século IV. Parte dos ossos foi transferida para Alexandria e para Constantinopla, e dali para Ravenna em 718 e colocada na igreja de São Lourenço. No Capítulo Geral de 1369, autorizou-se a Ordem a fazer investimento econômico para obter as relíquias de Eliseu. A igreja foi destruída em 1603 e se ignora a sorte das relíquias, entretanto se mostra na igreja de Santo Apolinário a cabeça de Santo Eliseu.

Culto litúrgico
O primeiro decreto oficial aprovando a festa de Santo Eliseu para o dia 14 de junho, data na qual o profeta é festejado no rito bizantino, se encontra nas Constituições de 1369. Foi promulgada no Capítulo Geral de Florença de 1399. Em 1564 se adicionou uma oitava à celebração da festa. No calendário da Reforma Teresiana, em 1609, a memória de Eliseu recebe a categoria de festa de primeira classe, mas em 1617 foi reduzida à condição de segunda classe, com oitava, e depois abandonada em 1909. As Constituições O. Carm. de 1971 determinavam: “Com oportuna solenidade sejam celebradas as festas dos pais da Ordem Elias e Eliseu, do protetor S. José e dos nossos santos” (nº 72). Mas na reforma litúrgica de 1972, Eliseu foi excluído do calendário dos dois ramos do Carmelo. Por solicitação dos Carmelitas da Antiga Observância, a re-introdução da memória de Santo Eliseu foi aceita pela Sagrada Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos em 1992.

Conclusão
Elias e Eliseu são considerados o ponto de partida de uma sucessão ininterrupta de monges no Antigo Testamento e depois no Novo Testamento, antes de serem mais simplesmente os inspiradores dos Carmelitas dos quais estes querem ser seus imitadores e ainda mais seus filhos. A devoção ao profeta Eliseu conheceu um eclipse de uns 30 anos após o Concílio Vaticano II: a reforma litúrgica do Próprio do Carmelo não conservou a sua festa, as Constituições O. Carm. (1971) e as dos Carmelitas Descalços (1991) nomeiam o profeta Elias somente quando se referem à tradição bíblica da Ordem. Por sorte, diversos estudos o recolocaram no seu lugar (Carmel 1994/1). As Constituições O. Carm. de 1995 dizem: “O Carmelo celebra, com especial devoção, os seus Santos, colhendo neles a expressão mais viva e genuína do carisma e da espiritualidade da Ordem ao longo dos séculos. Com particular solenidade, sejam celebradas a festividade de Santo Elias Profeta, a memória de S. Eliseu Profeta e as festas dos protetores da Ordem, a saber, S. José, S. Joaquim e Santa Ana” (nº 88). De fato o Carmelo reconhece como seus inspiradores, não só o Tesbita, mas juntos Elias e Eliseu, porque nesta mesma relação se manifesta o carisma do Carmelo.


TREZE COISAS PARA NÃO FAZER NO FACEBOOK

Hoje em dia, muitas empresas perceberam que precisam ter uma presença no Facebook. Procurar uma empresa no Facebook e perceber que ela não possui uma página no Facebook gera a mesma reação que pesquisar pela empresa no Google e descobrir que ela não possui um website: simplesmente não é possível confiar em você.
Mas, uma vez que essa página de empresa é criada, conseguir criar uma presença no Facebook é totalmente diferente. Com que frequência você deve publicar? Quando você deve publicar? Por que suas imagens estão todas pixeladas e como é possível corrigi-las? É realmente necessário responder a esse crítico?
Muitos dos erros mais comuns que as empresas cometem no Facebook são totalmente evitáveis. Para ajudar a evitar armadilhas e operar sua página no Facebook sem problemas, listamos alguns dos erros mais comuns que as empresas cometem no Facebook. Essa é uma lista do que não deve ser feito.
Treze erros para se evitar no Facebook 

1) Não crie um perfil em vez de uma página para sua empresa.
Isso parece óbvio, mas você ficaria surpreso com o número de pessoas que cometem esse erro. Antes de passar para dicas mais avançadas, vamos deixar isso claro: Os perfis do Facebook são destinados a pessoas, enquanto as páginas do Facebook são destinadas às empresas.

2) Não seja negligente ao monitorar as publicações ou comentários em sua página.
A gerente de compromisso com o cliente da JetBlue, Laurie Meacham, me disse uma vez, "as pessoas são nosso negócio e estar na mídia social é apenas uma extensão natural disso. Não é diferente das outras partes de uma empresa aérea".
Não importa qual for seu setor, nada poderia ser mais verdadeiro que isso. O objetivo do Facebook é interagir com seus clientes e visar o público que já está por lá. (E considerando que o Facebook tem pouco menos de dois bilhões de usuários ativos, é provável que eles estejam por lá). 
Ignorar comentários e interações é como dizer aos seus clientes. "não me importo com que você tem a dizer". Para evitar isso, comece garantindo que as opções de publicação desejadas para sua linha do tempo estão ativadas. Embora algumas empresas permitam que usuários publiquem e deixe comentários em sua página sem revisão, outras preferem aprová-las manualmente e outras não permitem publicações de forma alguma. 
Embora a escolha dependa só de você, recomendamos tratar sua página como uma via de duas mãos, em vez de um canal para transmitir apenas suas opiniões. 

3) Não ignore pontos negativos.
E se eles reclamarem? 
Você não pode impedir que as pessoas digam algo sobre sua marca, sejam coisas boas ou ruins. O que você pode fazer é responder com respeito e fornecer informações úteis. Responder não só mostra às pessoas que você está preocupado com sua satisfação, como também que você está envolvido. (Leia essa publicação para obter mais dicas para dispersar a negatividade nas mídias sociais).

4) Não deixe as metadescrições como estão.
Ao colar um link em uma publicação do Facebook, os metadados dessa publicação (uma imagem e uma curta descrição) são extraídos imediatamente. Mas isso não significa que você deve apenas pressionar "Publicar". Em vez disso, adicione alguma cópia de publicação pertinente, como uma citação ou estatística do artigo que você está vinculando. .

5) Não publique apenas fotos.
No passado, as imagens dominavam o feed de notícias. Mas as coisas mudaram e as imagens agora têm o pior alcance orgânico de todos os tipos de publicações. O vídeo é agora o melhor tipo de publicação para alcance orgânico, graças à mais recente mudança de estratégia do Facebook em direção ao vídeo. Nós, na HubSpot, descobrimos que o melhor tipo de publicação para envolvimento são vídeos e publicações de link que contém uma imagem de visualização grande (484 x 252).
Em vez de insistir em um ou dois tipos de conteúdo, experimente um pouco mais. Publique links com uma cópia de uma palavra e outros com cópias de vários parágrafos. Encontre o que funciona melhor para seu público e lembre-se de que ele está sempre mudando, portanto teste permanentemente.

6) Não crie publicações muito grandes.
Repetindo, testar o tamanho da publicação é a melhor maneira de medir o que seu público gosta. O tamanho ideal das publicações na linha do tempo do Facebook varia de uma empresa para outra. Para algumas, publicações mais longas e informativas no Facebook têm melhor desempenho. Para outras, como a BuzzFeed, as curtas funcionam perfeitamente.
Embora seja importante experimentar para ver o que gera melhor resposta do seu público, temos algo a dizer: há alguma evidência concreta de que publicações menores geram mais envolvimento. Jeff Bullas descobriu que publicações de marcas de varejo com menos que 80 caracteres recebem 66% mais envolvimento que publicações mais longas. Publicações especialmente concisas (1 a 40 caracteres) geram o maior envolvimento.

7) Não publique imagens de qualquer tamanho.
Imagens pixeladas, confusas, ou difíceis de ler não só frustrarão os usuários, como também darão uma má reputação a você. 
O Facebook não tem só dimensões de imagem específicas para fotos de perfil e fotos de capa. (Embora elas também sejam importantes). Ele também tem dimensões de imagem ideais para as imagens publicadas em sua linha do tempo, aquelas utilizadas em publicações patrocinadas, anúncios na barra lateral e muito mais.

8) Não publique "iscas para clique".
Ao vincular uma página web em uma publicação no Facebook, o Facebook agora examina quanto tempo as pessoas passam nessa página para medir sua utilidade. A lição? Não publique títulos que sejam "iscas para cliques" que não oferecem aquilo que prometem.
Para determinar que tipo de conteúdo os usuários preferem ver em seus feeds de notícias,o Facebook conduziu uma pesquisa e revelou que 80% do tempo, as pessoas preferiam títulos que as ajudavam a decidir se elas queriam ler o artigo completo antes de clicarem.
Por isso, se você estiver procurando atender às necessidades do seu público no Facebook, considere publicar links para artigos de blog claros e informativos. Quando o título define a expectativa correta que um usuário tem com relação ao conteúdo, é mais fácil para eles verem o valor em sua oferta e permanecerem na página para ler o artigo. Quando isso não acontece, eles rejeitam a página e o Facebook toma nota. 

9) Não suponha que deva publicar apenas durante o horário comercial.
Um estudo da TrackMaven descobriu que publicações após o expediente (17h00-01h00) obtinham 11% mais interações que aquelas publicadas durante o dia (8h00-17h00). Essas publicações após o expediente também obtiveram 29% mais interações que aquelas publicadas antes do trabalho (1h00 - 8h00).
E os finais de semana? O estudo da TrackMaven descobriu que as publicações de domingo tiveram 25% mais curtidas, compartilhamentos e comentários que as publicações de quarta-feira, embora menos de 18% das publicações tenham sido feitas nos finais de semana.
A lição aqui é publicar em horários variados, incluindo tardes, noites e fins de semana. Isso é especialmente importante para empresas com públicos internacionais, cujos fãs estão acordados em diferentes horários do dia.

10) Não publique com muita frequência (mas publique regularmente).
Sim, você deve publicar regularmente para manter seu público envolvido, mostrar que você está presente e prestando atenção e responder a perguntas e dúvidas. 
No entanto, o que você não quer fazer é sobrecarregá-los com um monte de publicações. Recentemente fizemos uma publicação de blog resumindo a pesquisa que fizemos sobre a frequência que as empresas deveriam publicar no Facebook (em Inglês). Ela inclui referências de frequência de publicação por setor e empresa, baseando-se nos dados do Facebook de mais de 13.500 clientes.
Descobrimos que: empresas que são seletivas com suas publicações (ou seja, investem seu tempo paracriar um número menor de publicações de alta qualidade para Facebook em vez de muitas publicações para Facebook têm melhor desempenho.

11) Não se esqueça de experimentar com direcionamento e anúncios.
Como resultado da recusa recente na pesquisa orgânica no Facebook, muitas empresas estão se voltando para a publicidade no Facebook para capturar a atenção de um público mais qualificado. Com a publicidade no Facebook, é possível visar pessoas que visitaram seu website, usaram seu aplicativo, ou se inscreveram em uma lista de e-mails. Você também pode visar públicos similares ou "parecidos", ou configurar campanhas destinadas a obter curtidas em sua página.
Porém, você não pode só jogar dinheiro na publicidade no Facebook e esperar que tudo funcione. Isso só irá funcionar se você for esperto, o que significa experimentar e ajustar seu plano de publicidade para descobrir o que funciona.

12) Não se esqueça de quais contas você está publicando.
O feed de notícias do Facebook terá basicamente a mesma aparência se você estiver conectado com sua conta pessoal ou a conta da sua empresa, fazendo com que seja fácil para os administradores de página se esquecerem de qual estão publicando. Você não deve responder os comentários da sua conta pessoal quando quiser responder da conta da sua empresa e vice-versa.
No entanto, a verdade é que acidentes acontecem. De fato, uma vez, uma de minhas colegas publicou acidentalmente uma foto de sua barriga de grávida da conta do Twitter da HubSpot. 

13) Não tenha várias contas do Facebook.
O conselho se aplica às suas atividades pessoais e profissionais no Facebook. 
No lado pessoal, há dois motivos para não ter duas contas. A principal é que o Facebook não permite que os usuários tenham duas contas pessoais, é contra seus Termos de Serviço. Se eles descobrirem que alguém tem duas contas, eles fecharão ambas. Mesmo se não fosse contra os termos, ter duas contas pode ser difícil de manter. Você tem conteúdo suficiente para completar sua presença? Onde faria uma linha dividindo as duas? Qual conta você mostraria a seu amigo que trabalha em seu setor? Em vez de ter que delinear entre duas partes de sua vida, você deve aproveitar as configurações de privacidade robustas do Facebook. 
No lado profissional, o Facebook não faz restrições do tipo. Você pode criar várias páginas para sua empresa sem que a rede social perceba. Mas, você deveria? 
Para a maioria das empresas, não recomendamos. Com o pouco tempo que você tem disponível para empregar no Facebook, por que ficar tão disperso apenas para manter várias páginas?
Além disso, há muitos ótimas opções para você. Primeiro, você pode aproveitar as opções de direcionamento do Facebook -- para que não seja necessário enviar atualizações para certos segmentos do seu público. Por isso, em vez de criar uma página para um segmento de sua audiência, é possível publicar conteúdo ajustado para ser mostrado apenas a eles.
Depois, se você tiver um grande público que vive no mundo inteiro, você pode pensar emimplantar uma página global. Se quiser ter uma página global configurada, é necessário entrar em contato diretamente com o Facebook. (Grande revelação: será necessário possuir um grande orçamento em anúncios no Facebook para isso acontecer). 
Em resumo: simplifique as coisas. Não crie mais contas e páginas do que são necessárias. 
Que outros grandes erros as empresas cometem no Facebook? Compartilhe conosco nos comentários.Fonte: http://br.hubspot.com

A ROMA ANTIGA E AS ELEIÇÕES-2016: Frei Petrônio (2ª Parte)

segunda-feira, 13 de junho de 2016

A ROMA ANTIGA E AS ELEIÇÕES-2016: Frei Petrônio

A ROMA ANTIGA E AS ELEIÇÕES-2016: Frei Petrônio

ELIAS PEREGRINO EM ROMA: Radio Vaticano-01.

ANO ELIANO MISSIONÁRIO-2016: Programação.

2016-ANO MISSIONÁRIO ELIANO – PROVÍNCIA CARMELITANA DE SANTO ELIAS- ORDEM TERCEIRA DO CARMO.
PEREGRINAÇÃO DO PROFETA ELIAS – DE 13 DE MARÇO A 25 DE SETEMBRO DE 2016

MARÇO
20 A 27 – LAGOA DA CANOA – ALAGOAS
27 A 29 – CACHOEIRA-BA
30 A 31 – SALVADOR-BA

ABRIL
01 A 03 – SALVADOR-BA
04 A 10 – BRASÍLIA E UNAÍ
15 A 17 – BELO HORIZONTE
18 A 20 – SERRO
21 A 24 – DIAMANTINA
25 A 30 – JOÃO MONLEVADE


MAIO
O1 A 08 – SABARÁ
Dia 03 e 07, Frei Janício.
09 A 15 – 0URO PRETO
16 A 22 – SÃO JOÃO DEL REI
23 A 27 – BARBACENA
28 A 31 – JUIZ DE FORA

JUNHO
01 A 05 – LAPA-RJ
06 A 11 – CAMPOS
12 A 16 – VICENTE DE CARVALHO-RJ
17 A 25 – ANGRA DOS REIS
26 A 30 – PASSA QUATRO

JULHO
01 A 07 – CARMO DE MINAS
08 A 16 – BASÍLICA E ESPLANADA – SP
Esplanada, dia 9, sábado.
Basílica da Bela Vista, dia 10.
(11-15, restauração da imagem em São Paulo)
16, Taboão da Serra- São Paulo. Paróquia Sagrado Coração de Jesus-
Diocese de Campo Limpo, Grande São Paulo.  
17 A 21 – SANTOS
22 A 27 – SAPOPEMBA
28 A 31 – OSASCO E CARAPICUÍBA


AGOSTO
01 A 06 – JABOTICABAL
07 A 14 – CAMPINAS
15 A 20 – MOGI MIRIM
21 A 26 – PIRACICABA
27 A 31 – LIMEIRA

SETEMBRO
01 A 05 – ITU
06 A 12 – MOGI DAS CRUZES
13 A 15 – BRAGANÇA PAULISTA
16 A 21 – SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
22 A 24 – TAUBATÉ

25 – APARECIDA – PEREGRINAÇÃO DOS SODALÍCIOS – COMEMORAÇÃO DO DIA DA FAMÍLIA E TÉRMINO DO ANO MISSIONÁRIO ELIANO