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A Palavra do Frei Petrônio

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sábado, 14 de março de 2015

CARMO DE TAUBATÉ/SP: Um olhar.

SOS ORDEM TERCEIRA DE TAUBATÉ/SP: Convocação para as Missões Carmelitanas.


Frei Petrônio de Miranda, O. Carm.
Nós; Frei Petrônio de Miranda, Delegado Provincial da Ordem Terceira do Carmo, Paulo Daher, Coordenador da Comissão Provincial da Ordem Terceira do Carmo e Vicente, Conselheiro da Comissão Provincial, estivemos neste sábado, 14, visitando o Sodalício de Taubaté, São Paulo.
Depois de 65 Anos, a Ordem Terceira do Carmo daquela cidade consta apenas de 7 irmãs entre 60 a 90 anos. O que fazer? Deixar morrer a história carmelitana naquela cidade? Continuar com o grupo das piedosas e santas mulheres devotas de Nossa Senhora do Carmo até a última a falecer?  Estas e outras perguntas suscitaram uma boa conversa na noite de ontem, sexta-feira, e na manhã de hoje, sábado.
Na verdade, mesmo na noite de ontem já podíamos ver a famosa luz no fim do túnel. Luz no fim do túnel? Isso mesmo meu caro irmão e minha cara irmã que me acompanha no Olhar Jornalístico. Refiro-me ao jovem, padre Ricardo, da Paróquia de São João Bosco, local onde fizemos a reunião naquela cidade. Esse padre sonha em ser Terceiro Carmelita. E mais! Vamos fazer uma Missão Carmelitana do dia 14 a 17 de maio para propagar a Espiritualidade carmelitana naquela Paróquia e no final, além do padre, que vai entrar para o noviciado, mais 15 irmãos e irmãs vão começar a caminhada no Sodalício.
Portanto, se você é da Ordem Terceira e deseja passar 4 dias em Missão na cidade de Taubaté ou se for o caso, dois ou um dia, entre em contato comigo pelo e-mail: missaodomgabriel@bol.com.br (Frei Petrônio de Miranda)

Louvo a Deus através da Virgem do Santo Escapulário que nos mostrou um novo caminho através da Missão Carmelitana para despertar naquela sodalício a Espiritualidade do Carmo neste ano dos 500 Anos do nascimento de Santa Teresa de Jesus. Conto com as orações de todos vocês.     

quinta-feira, 12 de março de 2015

Os ‘lobos’ retornam ao Vaticano

Setores da Cúria que atacaram Bento XVI no passado agora buscam impedir que Francisco ceda às pressões da Itália para que a Santa Sé deixe de ser um paraíso fiscal.

Os lobos do Vaticano – poderosos setores da Cúria que pressionaram Bento XVI até obter sua renúncia, em fevereiro de 2013 – estão de volta. Eles permaneciam escondidos desde então, contemplando com certo desgosto as tentativas de abertura feitas por Francisco às novas formas de família e os pronunciamentos sociais dele, distantes do estilo acadêmico, que fazem muitos católicos recuperarem a fé na Igreja e muitos líderes mundiais voltarem seus olhos para Roma. Mas agora, justamente quando o papa Jorge Mario Bergoglio pretende de uma vez por todas tornar menos opacas as finanças do Vaticano – aprovando severas leis internas de transparência e negociando com o Governo italiano para que a Santa Sé deixe de ser um paraíso fiscal –, esses lobos do poder e do dinheiro estão tentando evitar esse processo de regularização com as mesmas armas que usaram contra o alemão Joseph Ratzinger: o vazamento de documentos envenenados, de modo a semear a dúvida e a divisão entre o Papa e seus colaboradores.
Se, como já denunciou jornal L'Osservatore Romano, Bento XVI era "um pastor rodeado por lobos", Francisco é simplesmente um homem sozinho, talvez agora mais do que nunca. Os milhares de fiéis que todas as quartas e domingos lotam a praça de São Pedro – nos tempos de Bento XVI, o movimento se limitava a ônibus fretados para aposentados, com um sanduíche incluído – não imaginam até que ponto Bergoglio permanece isolado e solitário perante a resistência de poderosos setores da Cúria. Não se trata mais da oposição manifesta dos conservadores contra a abertura do Pontífice aos divorciados que voltam a se casar ou aos casais homossexuais, nem do desconforto dos puristas por sua maneira de se expressar. Agora se trata de evitar a todo custo que Bergoglio e o homem que ele trouxe de longe para acabar com o bacanal financeiro, o cardeal australiano George Pell, alcancem seu objetivo de transformar o IOR (Instituto para as Obras da Religião, nome oficial do banco do Vaticano) em algo que nunca foi: uma instituição transparente.
Os vazamentos buscam debilitar Pell, revelando supostos gastos com voos, alfaiates e salários de colaboradores, justamente no momento em que tanto o primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, como o porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi, admitiram que as negociações para acabar com o sigilo bancário no Vaticano estão muito avançadas. Renzi, que nos últimos dias chegou a acordos fiscais com a Suíça, Liechtenstein e Mônaco para eliminar o sigilo bancário, declarou que "a Santa Sé está interessada em fazer uma limpeza" no IOR e que a Itália, habituada nos últimos anos a esbarrar nas grossas muralhas do Vaticano, deseja recuperar "um pouco de dinheiro" das contas de italianos depositadas no menor país do mundo.

Os vazamentos de documentos internos buscam debilitar o Papa
Também Lombardi admitiu que as negociações com a Itália buscam "a transparência mediante a troca de informação com fins fiscais". Em outras palavras, ainda falta terminar a grande operação de limpeza que foi iniciada timidamente por Bento XVI em 2011 e que Francisco prosseguiu, fechando 3.000 contas suspeitas e congelando outras 2.000. E, embora seja possível que o dinheiro mais sujo já tenha fugido como uma alma levada pelo diabo, certos setores da Cúria relutam em perder essa opacidade que tornava tão atraente um paraíso fiscal no coração de Roma, mas ao mesmo tempo tão distante da Itália.
O método de semear a discórdia entre Francisco e o cardeal Pell é calcado nas manobras que conseguiram isolar e depois derrubar Bento XVI: o vazamento de documentos sigilosos. "Se você observar", confidencia um alto funcionário da Secretaria de Estado do Vaticano, "o vazamento dos documentos por parte de Paolo Gabriele [o então mordomo de Ratzinger] começou em 2012, justamente quando o papa Bento tentava reformar o IOR, e os vazamentos interessados de agora coincidem com a aprovação dos estatutos da nova Secretaria de Economia. Tanto Ratzinger na época como Bergoglio agora perseguiam o mesmo objetivo: reformar as finanças vaticanas. E os vazamentos – tanto os de então como os de agora – buscam, pelo contrário, impedi-lo de fazer isso. Aquele escândalo provocou um grande sofrimento para Bento XVI e contribuiu para sua abdicação; não acredito que possam fazer o mesmo com Francisco".

Conta-se que Jorge Mario Bergoglio, depois de ler no semanário L'Espresso a transcrição de reuniões internas onde altos prelados se queixavam do grande poder de George Pell e da "sovietização" do Vaticano, pediu explicações ao cardeal australiano, a quem pelo menos até agora descrevia como o seu ranger (patrulheiro). Pell pediu ao Papa que, apesar dos ataques, continue confiando nele. Fonte: http://brasil.elpais.com

terça-feira, 10 de março de 2015

V Centenário do nascimento de Santa Teresa de Ávila, uma santa apaixonada.

"Para Teresa de Jesus, Deus é o que há de mais importante na sua vida, um Deus muito próximo e humano. Diz que podemos encontrá-Lo em toda a parte, especialmente dentro de nós mesmas (os)", escreve Rita Romio, religiosa da Companhia de Santa Teresa de Jesus.

Eis o artigo.
“Nada te perturbe, nada te espante, tudo passa, Deus não muda,
a paciência tudo alcança. Quem a Deus tem, nada lhe falta,
só Deus basta” Santa Teresa de Jesus (Poesias 9).
Feliz aniversário e felizes vésperas para você, Teresa de Jesus. Estamos em festa, gratidão e júbilo! Trata-se de nada mais, nada menos que o V Centenário do seu nascimento, 28 de março de 1515.
Teresa Sánchez de Cepeda y Ahumada, sua luta continua viva entre nós ao recordar a sua força feminina, que marcou história. Provocou um movimento de mulheres com a meta de viver o espírito evangélico como pobres, orantes e iguais, as Carmelitas Descalças. E, como se não bastasse, ao propor isso aos homens, tornou-se um caso raro na história da Igreja, uma mulher reformadora de uma Ordem masculina, os Carmelitas Descalços.
Quem foi esta mulher, nascida em Ávila, Espanha, e que num determinado momento da sua vida decide chamar-se Teresa de Jesus? Qual é o seu segredo que a tornou tão especial que seu nome atravessou cinco séculos de existência, e que foi proclamada Doutora da Igreja? Por que sua vida e escritos continuam despertando apaixonado interesse em muitas seguidoras e seguidores? [1]
Certamente, o que a torna fascinante e atual é a narração da sua experiência de integração humana em todas as suas dimensões. Lutou muito para encontrar a verdade. Realizando a descoberta do Transcendente, sua vida se torna uma contínua paixão por Deus e pela humanidade. Enfrenta muitas adversidades, mas assume a sua missão com “determinada determinação”.
A leitura dos seus escritos desperta as leitoras e leitores, para a aventura da amizade com o Transcendente, como Alguém que ela encontrou e que deu sentido à sua existência, ao seu agir[2]. Com uma espiritualidade amorosa, libertadora e apaixonada, incentiva a descoberta de Deus dentro de nós, numa relação de amizade com Alguém que nos ama e “sempre nos espera”.
Para Teresa de Jesus, Deus é o que há de mais importante na sua vida, um Deus muito próximo e humano. Diz que podemos encontrá-Lo em toda a parte, especialmente dentro de nós mesmas (os). Ao escrever sua experiência espiritual, fruto da sua amizade com Deus e com as pessoas, nos deixou o legado de uma espiritualidade para o nosso tempo, podendo encontrá-la em seus vários escritos.
Santa Teresa escreve sobre sua busca e experiência de amizade com as pessoas e com Deus: “Não direi coisa que não tenha experimentado muito”(V 18, 8); “o que disser, tenho-o comprovado por experiência” (V 22, 5; 28, 7).
Trazia consigo a força do amor apaixonado por Deus, por isso anima a permanecer firme no caminho:
“Aos que desejam seguir sem parar, até o fim, até chegar a beber desta água viva, direi como devem começar. Muito importa, e acima de tudo, ter uma grande e firme determinação de não parar até chegar à meta, surja o que surgir, aconteça o que acontecer, custe o que custar, murmure quem murmurar, quer chegue ao fim, quer morra no caminho, ou falte coragem para os trabalhos que nele se encontram. Ainda que o mundo venha abaixo havemos de prosseguir” (C21,2).
Para Teresa a pessoa é como um castelo habitado pela Trindade (IM,1-5) à espera do encontro com sua criatura: “A alma é como um castelo, todo de diamante ou de cristal com muitas moradas. E no centro, a principal, é onde passam as coisas mais secretas entre Deus e a alma”. Nele há muitas moradas, que expressam os distintos níveis da relação que a pessoa tem consigo, com os outros, com Deus e com o mundo. O conhecimento próprio é essencial para essa viagem interior. “A porta para entrar nesse castelo é a oração e reflexão” (IM). Nesse processo, Teresa adverte para não ficar olhando para as misérias humanas, e sim para Jesus Cristo, o grande amigo. É um dinamismo onde a pessoa reconhece sua identidade e o mistério da sua liberdade. Teresa adverte que, quando a pessoa se nega ao Amor, está se fechando em si mesma (IM6-8). E, para fazer frente a uma antropologia egocêntrica, Teresa propõe um dinamismo de êxodo - a pessoa deve entrar dentro de si, autoconhecer-se, aceitando a própria realidade, como também a realidade alheia. A imagem do castelo interior expressa um dinamismo dialético de integração entre interioridade e exterioridade, levando a pessoa a sair de si mesma, vivendo numa relação progressiva de entrega, partilhando seus dons, criando novas relações.
Outra imagem teresiana para expressar o processo de caminhada da pessoa em relação a Deus, é a do bicho-da-seda. Através do símbolo da transformação do bicho-da-seda numa formosa borboleta, Teresa quer expressar o chamado à transformação em Cristo (IIM, 2). Supõe um caminho de morte vida, ganhos e perdas, segundo a lógica do seguimento, trilhado com Cristo e em Cristo. É na vivência do amor que a pessoa integra todas as suas potencialidades. As crises e contradições podem converter-se em lugar de encontro. A pessoa, sabendo-se amada, responde amando. Sente-se convidada a “conhecê-Lo, amá-Lo, torná-Lo conhecido e amado”[3].
Na analogia teresiana, a pessoa que começa a tratar de amizade com Deus “deve fazer de conta que começa a plantar uma horta em terra muito infrutífera, que tem muitas más ervas, para que nele se deleite o Senhor. Sua Majestade arranca as más ervas e vai plantando as boas”(V11,6). A própria pessoa é a horta, exposta às intempéries. Ela mesma deve cultivar o terreno, preparar a terra para que esteja em condições de acolher a água da chuva. Essa água é dom de Deus, o Jardineiro. Teresa sabe que o seguimento de Jesus Cristo é uma opção pessoal, mas também é dom e graça. O símbolo do cultivo da horta é um convite para a escuta, o silêncio, a acolhida, a espera e o reconhecimento do dom gratuito de Deus.
A imagem teresiana da amizade talvez seja a que melhor expressa a experiência teresiana da oração como relação viva e interpessoal com Deus. Supõe amor, intimidade, reciprocidade, realismo e capacidade de relação com as pessoas. Sem esses elementos, é muito difícil que a pessoa possa integrar as suas diversas dimensões. “Para falar com Deus não é necessário ir ao céu, nem falar em altos brados. Ele está tão perto que ouvirá, basta pôr-se em solidão e olhar para dentro de si” (C28,2). É uma comunicação com Deus de coração a coração: “Pensais que ele está calado? Mesmo que não o ouçamos, Ele nos fala ao coração, quando de coração lhe pedimos”(C24,5). Teresa anima para contemplar o Mestre na sua humanidade e assim poder conversar com Ele, não com orações complicadas, mas a partir do coração e da vida, “é isto o que Ele mais preza”, conclui ela. “Juntos caminhemos, Senhor, por onde fordes irei eu, por onde passardes, hei de passar”(C26,6).
Teresa também faz analogia com a imagem da pessoa apaixonada. A vida não é senão entrega e doação apaixonada e apaixonante. É importante observar que Teresa não se fecha num intimismo. A máxima união com Deus é ao mesmo tempo compromisso com o mundo, solidariedade com a humanidade:
“O Senhor quer obras” (M5). “Procurai ser pregadoras em obras” (C 7,7; 15,6). Na oração, “o importante não está em pensar muito, senão em amar muito... Talvez não saibamos o que é amar ... não está no maior gosto, mas na maior determinação de desejar contentar a Deus em tudo” (IVM7; cf. F5,2). “O amor de Deus não consiste nas lágrimas, nas delícias, nas ternuras da oração, mas em servir a Deus com humildade, fortaleza e justiça” (V11,13; IV M1,7). “Se contemplar, ter oração mental, ter oração vocal, curar enfermos, servir nas coisas da casa e trabalhar – mesmo nas tarefas mais humildes –, é servir ao Hóspede que vem ter conosco ficando em nossa companhia, comendo conosco e conosco se recreando, que nos importa servi-Lo mais de uma maneira do que de outra?” (C 17,6). “Ensinai mais com obras que com palavras”(R66; C 5,2).
Para Teresa a missão exige ardor missionário, ou seja, empolgação e ânimo pela causa do Reino.
“Até os pregadores fazem seus sermões de maneira a não descontentar. A intenção é boa, e também a obra, mas, dessa maneira, poucos se corrigem. E qual a razão de não serem muitos os que pela pregação deixam os vícios públicos? Sabe o que me parece? É que os pregadores tem demasiada prudência. Não estão tomados pelo grande fogo do amor de Deus, como estavam os Apóstolos. Dão calor brando. Não digo que os iguale em ardor, mas quisera mais fogo do que agora vejo. ... Os Apóstolos ... não se incomodavam com perder tudo ou ganhar tudo, já que, quem de fato arrisca tudo por Deus, não distingue entre essas coisas (V 16,7).
A caminhada ao seguimento a Jesus Cristo nos pede uma determinação pessoal. Mas não caminhamos sozinhas/os. Para perseverar e avançar no processo, sentimos a necessidade de partilhar e nos animar mutuamente. “Gostaria de insistir que procurem não esconder seu talento (cf. Mt 25,5), pois Deus parece ter querido escolhê-los para beneficiar muitas outras (pessoas), especialmente nesta época em que são necessários amigos fortes de Deus para sustentar os fracos” (V15,5).
Teresa, mulher que soube enfrentar dificuldades, sabia a eficácia de ter um horizonte amplo: “Viste o grande empreendimento a que desejamos nos dedicar. ... Está claro que precisamos trabalhar muito, e muito ajuda ter pensamentos elevados, para que as obras também o sejam” (C 4,1). “É indispensável ter grande confiança. Convém muito não amesquinhar os desejos, e confiar em Deus” (V13,2).
Para esta mulher, que amou e experienciou a humanidade de Jesus Cristo, Deus é aquele que está sempre nos esperando. Não encontrar-se com Ele é “uma pena, muita pena” diz ela. Certamente, a imensa capacidade de apaixonar-se – por si mesma, pelas pessoas, por Deus, e pela humanidade – e manter-se viva por meio da capacidade de doar-se de diversas maneiras, fez com que o nome de Teresa de Ávila chegasse a nós.

NOTAS:
1 - Curiosidades: A francesa Marie Françoise Thérèse Martin (1873-1897), conhecida como Santa Teresinha do Menino Jesus, foi discípula de Teresa de Ávila. Juana Fernández Solar (1900-1920), chilena, hoje conhecida como Santa Teresa dos Andes, ao tornar-se monja carmelita como Santa Teresinha, também assumiu o nome de Teresa de Jesus. A albanesa Anjezë Gonxhe Bojaxhiu M.C. (1910-1997), Madre Teresa de Calcutá, quando se tornou religiosa de Nossa Senhora do Loreto, admiradora da Santa de Ávila, escolhe ser chamada de Teresa. Por considerar muita pretensão se parecer com a santa espanhola, contenta-se em ser parecida com a humilde carmelita de Lisieux, Teresinha do Menino Jesus.
2 - Cf. MOLINS, M.V. “Teresa mudou seu nome!”, Porto Alegre: Padre Réus, 2012, p.5-6.

3 - Lema do sacerdote espanhol Santo Enrique de Ossó e Cervelló que, desde muito jovem, se aproximou de Teresa de Jesus, através da leitura de seus escritos. Cativado pelos ensinamentos da Santa de Ávila, tornou-se seu incansável divulgador. Entre outras obras fundou a Companhia de Santa Teresa de Jesus (1876), as Irmãs Teresianas, desejando que fossem “santas e sábias” como Teresa de Jesus; “outras Teresas de Jesus” na atualidade, com a missão de “conhecer, amar e tornar Jesus Cristo conhecido e amado”. Fonte: http://www.ihu.unisinos.br

A PALAVRA... Nº 823: A Praticidade de uma devoção.

domingo, 8 de março de 2015

FREI PETRÔNIO: Homilia do 3º Domingo da Quaresma.

A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-08. (Dia Internacional da mulher)

CARMO DE JUIZ DE FORA- 75 ANOS: Mensagem da Priora.

Francisco planeja canonizar os pais de Santa Teresinha durante sínodo da família

Louis e Marie Zelie Guerin Martin, pais de Santa Teresa de Lisieux (CNS / cortesia do Santuário de Lisieux)
O Papa Francisco deseja canonizar Louis e Zelie Martin, pais de Santa Teresa de Lisieux, durante o Sínodo dos Bispos sobre a família em Outubro.
Cardeal Angelo Amato , prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, líder de uma conferência 27 de fevereiro, sobre o papel dos santos na vida da Igreja, anunciou que "graças a Deus, em outubro de ambos os cônjuges, pais de Santa Teresinha de Lisieux , será canonizado. "
Blessed Louis e Marie Zelie Guerin Martin se casaram em 1858. O casal teve nove filhos, mas quatro deles morreram na infância. Os cinco que sobreviveram - incluindo St. Therese - tudo entrou na vida religiosa. Zelie Martin morreu de câncer em 1877, com a idade de 45 anos; o marido morreu quando ele tinha 70 anos em 1894.
O casal foi beatificado em 2008. Acredita-se que os primeiros pais de santo a ser beatificados, com destaque para os pais papel importante que desempenham na educação humana e espiritual de seus filhos.
Seguindo normais Vaticano procedimentos, antes de sua canonização do papa teria de reconhecer um milagre que ocorreu após as orações para a intercessão do casal diante de Deus. O decreto deverá ser assinado antes da Páscoa.
O próximo passo seria que o papa para consultar com os cardeais da Igreja e mantenha um consistório com cardeais presentes em Roma para anunciar a decisão de prosseguir com a cerimônia durante o Sínodo dos Bispos sobre a família 04-25 outubro. A autoridade do Vaticano disse que provavelmente reunião terá lugar em Junho.
De acordo com o site do santuário Lisieux, um milagre que está sendo estudada para o casal canonização envolve uma menina na diocese de Valência, na Espanha. Nascido prematuramente e com múltiplas complicações com risco de vida, Carmen sofreu uma grande hemorragia cerebral, o que poderia ter causado danos irreversíveis. Seus pais oraram por intercessão do casal. A menina sobreviveu e é saudável.
Papa Francis tem uma especial devoção a Santa Teresinha. O papa usado para manter uma foto da freira carmelita francesa do século 19 em sua prateleira da biblioteca quando era arcebispo de Buenos Aires, Argentina. Ele disse que quando ele tem um problema, ele pede St. Therese "não para resolvê-lo, mas para levá-la em suas mãos e me ajude a aceitá-lo." Como um sinal de que ela ouviu seu pedido, ele disse: "Eu quase sempre receber uma rosa branca."
Antes de abrir a outubro 2014 reunião do Sínodo Extraordinário dos Bispos sobre a família, o Papa Francis venerou as relíquias de Santa Teresa, seus pais e um outro casal, o Beato Luigi e Maria Beltrame Quattrocchi; as relíquias foram levadas a Roma especificamente para orações durante as discussões dos bispos sobre a vida familiar.
Tradução: Google

CARMO DE JUIZ DE FORA- 75 ANOS: Mensagem do Monsenhor Falabella